sábado, 16 de outubro de 2010

No dia dos professores, os professores DANÇARAM!!!!!!!! Literalmente rsrsrsrsrsrsrsr

Você sabe o que significa LITERALMENTE??????? Não???  então leia a definição abaixo:
literal
                                                     1. Da letra.
 2. Conforme à letra ou ao texto.
 3. Sujeito ao rigor das palavras.
 4. Terminante, claro.






Então,  dançar literalmente, é dançar mesmo, rebolar o bandeiro, é divertir-se à beça!!!!! E foi isto que nós professores fizemos no dia 15/10.  Nosso dia!!!!! Nosso Sindicato promoveu um Baile a      FANTASIA!!!!! BOM D+!!!!!!! URRUUUUUUUUUU!!!!!!!!!!!!!!!!!







Você sabe como surgiu o Dia do Professor?

O Dia do Professor é comemorado no dia 15 de outubro. Mas poucos sabem como e quando surgiu este costume no Brasil. No dia 15 de outubro de 1827 (dia consagrado à educadora Santa Tereza D’Ávila), D. Pedro I baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil. Pelo decreto, “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”. Esse decreto falava de bastante coisa: descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os professores deveriam ser contratados. A idéia, inovadora e revolucionária, teria sido ótima - caso tivesse sido cumprida. Mas foi somente em 1947, 120 anos após o referido decreto, que ocorreu a primeira comemoração de um dia dedicado ao Professor. Começou em São Paulo, em uma pequena escola no número 1520 da Rua Augusta, onde existia o Ginásio Caetano de Campos, conhecido como “Caetaninho”. O longo período letivo do segundo semestre ia de 01 de junho a 15 de dezembro, com apenas 10 dias de férias em todo este período. Quatro professores tiveram a idéia de organizar um dia de parada para se evitar a estafa – e também de congraçamento e análise de rumos para o restante do ano. O professor Salomão Becker sugeriu que o encontro se desse no dia de 15 de outubro, data em que, na sua cidade natal, professores e alunos traziam doces de casa para uma pequena confraternização. Com os professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira e Claudino Busko, a idéia estava lançada, para depois crescer e implantar-se por todo o Brasil. A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963. O Decreto definia a essência e razão do feriado: "Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias".



 

 

 

 

 

 

 

 

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Filme: Elizabeth : A era de ouro

Iniciamos hoje - na 2ª série do Ensino Médio do BJ - o trabalho utilizando o filme Elizabeth: a era de ouro. Este faz uma abordagem histórica sobre uma das maiores personagens da história universal. É lógico que o filme é apenas um motivador para um seminário que ocorrerá no mês de novembro/2010, mas não deixa de ser uma bela  forma de expressão artística. Para os que  querem ter informações mais completas, para que o entendimento seja mais profundo vai ai a sugestão da sequência de filme que se complementam e interagem:( os filme estão na sequencia histórica)





SINOPSES:

 1 - A Outra
Ana (Natalie Portman) e Maria (Scarlett Johansson) são irmãs que foram convencidas por seu pai e tio ambiciosos a aumentar o status da família tentando conquistar o coração de Henrique Tudor (Eric Bana), o rei da Inglaterra. Elas são levadas à corte e logo Maria conquista o rei, dando-lhe um filho ilegítimo. Porém isto não faz com que Ana desista de seu intento, buscando de todas as formas passar para trás tanto sua irmã quanto a rainha Catarina de Aragão (Ana Torrent).
( http://www.adorocinema.com/filmes/outra-2008/ acesso em 08 de out. de 2010>)

 
 2 - Elizabeth:
Inglaterra, 1554. O país está dividido entre católicos e protestantes. Mary Tudor (Kathy Burke) está no poder e uma católica fervorosa, mas tem um tumor que a deixa com os dias contados. Sua meia-irmã, Elizabeth (Cate Blanchett), uma protestante convicta e a primeira na linha de sucessão. Elizabeth levada até a rainha, que tenta fazê-la prometer que o país seguirá o catolicismo. Mas, apesar de poder morrer, Elizabeth diz que será fiel sua consciência. Já no leito de morte de Mary Tudor, o Duque de Norfolk (Christopher Eccleston) tenta fazer em vão com que a rainha assine a pena de morte de Elizabeth que, com a morte de Mary, coroada rainha. Entretanto, Elizabeth herda um país falido, sem exército e com inimigos por todos os lados, até mesmo na sua própria corte, forçando-a a calcular cada passo para permanecer no poder. Inicialmente ela comete erros graves, mas gradativamente vai se firmando e, sempre aconselhada por Sir Francis Walsingham (Geoffrey Rush), ela planeja matar todos os seus inimigos para consolidar seu poderio.
( http://www.adorocinema.com/filmes/elizabeth/ < acesso em 08 de out. de 2010>)


3 - Elizabeth: a era de ouroInglaterra, 1585. Elizabeth I (Cate Blanchett) está quase há três décadas no comando da Inglaterra, mas ainda precisa lidar com a possibilidade de traição em sua própria família. Simultaneamente a Europa passa por uma fase de catolicismo fundamentalista, que tem como testa-de-ferro o rei Felipe II (Jordi Mollá), da Espanha. Apoiado pelo Vaticano e armado com a Inquisição, Felipe II planeja destronar a "herege" Elizabeth I, que é protestante, e restaurar o catolicismo na Inglaterra. Preparando-se para entrar em guerra, Elizabeth busca equilibrar as tarefas da realeza com uma inesperada vulneabilidade, causada por seu amor proibido com o aventureiro Sir Walter Raleigh (Clive Owen). ( http://www.adorocinema.com/filmes/elizabeth-era-de-ouro/ <  acesso em 08 de out. de 2010>)



LEIAM UMA CRÍTICA SOBRE O FILME QUE ASSISTIRAM


CRÍTICA - ELIZABETH - A ERA DE OURO - Existem filmes que não põem ser explicados e/ou descritos, merecem e tem que ser visto. Elizabeth – A Era do Ouro (2007) entra nesta categoria. Confesso que não esperava muito do filme, já que minha memória me trai e não me lembro do primeiro filme sobre a rainha, feito em 1998, intitulado apenas Elizabeth.Dirigido por Shekar Khapur, a nova versão ressalta as questões pessoais de uma rainha virgem em volta com suas obrigações e desejos. Está lá toda a questão histórica pertinente a época que a rainha governou a Inglaterra, seus inimigos e as armadilhas realizadas para derrubar sua ideologia protestante, frente a uma Espanha católica com sede de domínio.O filme é grandioso, elegante, delicado e sutil. A começar pelas cores vivas que há no figurino (Oscar de Melhor Figurino de 2008), contrastando com a frieza dos palácios e a opacidade das roupas dos homens. A roupa de Elizabeth acaba se tornando um contraponto para seus sentimentos e desejos. As tomadas do alto do castelo tornam viva e intensa a figura da rainha diante de tanta impessoalidade.A rainha que nunca ri, aprende a relaxar os músculos da face quando se depara com um aventureiro, atraente, audacioso e sagaz. Elizabeth indiretamente acaba projetando nele as possibilidades de uma relação que até então não cogitava com ninguém. Porém ela é a rainha e não pode se dar ao luxo de ser livre e tomar as escolhas que bem entender. A cena do banho onde elogia o fato de sua empregada ser livre mostra o quanto seu desejo de liberdade é intenso.Tão intenso que não aceita ser comandada e nem reprimida por um Deus e seus possíveis súditos. No seu mundo não há a palavra perdão. Mas ela teria perdoado a traição de Mary Stuart se as convenções não existissem. A cena que Mary Stuart é decapitada é de uma beleza impar. Raro de se ver no cinema. Uma cena onde devoção, morte e religião estão aliadas com a beleza. O figurino também dialoga com a cena, pois quando Mary Stuart retira seu manto para ser morta, sua roupa é de um vermelho pulsante.
Elizabeth é retratada como uma semi-deus para que a fé em suas convicções seja evidenciada e na luta interna que travou para vencer os que a rodeavam. Em meio a tanta ambição, machismo e traições. Foi traída pelos seus sentimentos, mas soube contornar a situação. Quando pega o bebê do ser amado em seu colo, seu semblante é agraciado com uma cor, que a torna mais humana, frágil.Como disse no primeiro parágrafo Elizabeth é uma experiência única. Teatral, intenso, introspectivo e sublime. A rainha que nunca é beijada, que tem seus parcos cabelos cobertos com perucas extravagantes, que é complacente com seu próximo e divertida quando é permitido, ficará na sua memória. Deveria ter revisto o primeiro “Elizabeth” (1998) para poder escrever melhor minhas argumentações a cerca deste novo filme. Mas embora ambos sejam semelhantes em seus conflitos, dirigido pelo mesmo diretor e protagonizado pela mesma atriz, a nova versão consegue a façanha de ser simbólica e subjetiva e tornar a rainha uma mulher inesquecível. Lembraria de tanta sutileza e feminilidade? Provavelmente sim. Um filme como esse a gente não esquece. Imperdível.(  crítica  disponível em: http://www.cranik.com/filme_elizabeth_a_era_de_ouro.html < acesso em 08 de set. de 2010>)