quarta-feira, 30 de junho de 2010

E ai pessoal... prontos para as férias????

Caros alunos... espero que de uma forma ou de outra vocês tenham FÉRIAS inesquecíveis!!!!!!!

Podem sair rápido como um foguete...Só faltam alguns dias....


MAS, POR FAVOR VOLTEM!!!!!!!!!
ou podem apenas serem FELIZES...

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Viva a Seleção Brasileira!!!!!





Mais uma vez sos meninos da nossa seleção mostraram sua garra. O placar de 3 a 0 fez com que nossos corações vibrassem ao final do jogo...Mas, ainda não  acabou! Na próxima sexta, estaremos juntos torcendo novamente... É HEXA Brasil!!!!! 

Meninas e meninos do Ensino Médio do BJ...

Atenção!!!!! A 2ª fase do Simuladão ficou para o dia 01/07 ( quinta-feira). Não faltem e não percam a oportunidade de testar os seus conhecimentos e de entrar no clima do ENEM!!!!
 Beijos

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Olha o Simuladão da Escola Bom Jesus ai genteeeeee!!!!!

A terceira edição do Simuladão da Escola Bom Jesus ocorrerá na segunda e terça-feira ( 28 e 29/06) da próxima semana. Projeto da Escola desde 2008 tem objetivo de redimensionar a visão  dos nossos alunos sobre como é ser avaliado em provas de vestibulares e ENEM. Portanto, aproveite!!!!!!!!!!!!

Clube do Livro: estes são os livros que estaremsos lendo ....Você conhece algum deles????

Títulos por ordem cronológica:


1 – Deus de Caim ( 1968);

2 – Como o Silêncio ( 1968);

3 – Caieira ( 1978);

4 - Madona de Paramos ( 1982);

5 – Último horizonte ( 1988);

6 – A chave do Abismo ( 1989);

7 – Cerimônias do esquecimento ( 1995);

8 – Conjunctio Oppositorum do Sertão ( 1999);

9 – Rio Abaixo dos vaqueiros ( 2000);

10 – O salário dos poetas ( 2001);

11 – Toada do Esquecido e Sinfonia Eqüestre ( 2006).

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Vocês conhecem o escritor Ricardo Guilherme Dicke?????

Este é Ricardo Guilherme Dicke. Filho de João Henrique Dicke, de nacionalidade alemã que fugira da Segunda Guerra para o Paraguai, com Carolina Ferreira do Nascimento Dicke, Ricardo Dicke nasceu em uma vila chamada de Raizama, localizada na Chapada dos Guimarães, no Estado de Mato Grosso, em 16 de outubro de 1936. Pouco se conhece sobre a criancice e a adolescência do escritor, apenas que cresceu cercado pelo ronco dos aviões, caminhões e pelas idas e vindas que o processo migratório trouxe à região no início do século XX.

Muitas informações perderam-se no tempo ou simplesmente foram deixadas de lado por aqueles que só o conheceram anos depois, quando já estava inserido nos círculos de cultura mais privilegiados de São Paulo e do Rio de Janeiro. O resto perdeu-se nas memórias dos que conviveram com ele e no seio de sua família formada por homens do garimpo, homens que perseguiam o sonho da riqueza em Caxipó do Ouro.

Ricardo Guilherme Dicke surgiu no meio literário, em 1968, já no Rio de Janeiro, quando recebeu o Prêmio Walmap , embora tenha ficado em quarto lugar no concurso, com o livro Deus de Caim, publicado, em 1968, pela Editora Edinova. Na banca de jurados, estavam presentes nada menos do que João Guimarães Rosa, Jorge Amado e Antônio Olinto. Isso conferiu ao escritor mato-grossense a responsabilidade de produzir textos de grande valor literário.


Em breve receberão novas informações sobre ele... aguardem!!!!

Leiam o texto que publiquei no Jornal Diário de Cuiabá

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Dicke e a famigerada lista canônica brasileira



Luciana Rueda Soares*
Especial para o Diário de Cuiabá



Durante séculos reclamamos do ilhamento cultural que a colonização nos impôs, no entanto quando temos a oportunidade de entrar em contato com textos que nos obrigam a refletir sobre o bem e o mal presentes em todos nós, sobre as lutas que travamos diariamente, sobre as crenças e sonhos que deixamos para trás, simplesmente nos acovardamos e não ousamos ousar. Nesse momento, voltamo-nos correndo para o refúgio seguro e tranqüilo do famigerado cânone do universo literário brasileiro, que conhecemos antes mesmo de entrar na escola, por meio da mídia e da crítica. Assim, permitimos que a sensação de uma dominação cultural que é secular se apodere de nós, acostumados à exploração e à falta de prestígio intelectual.
Não fosse o fato de Ricardo Guilherme Dicke estar fora da lista canônica literária brasileira, poderíamos considerá-lo um dos maiores escritores de nossa literatura. No entanto, quanto mais abordamos o assunto, mais sabemos o quanto ele foi colocado à margem dos eleitos. Alguns dizem que se ele e seus livros são comentados, então não estão esquecidos, mas por quê não os encontramos na lista de leituras obrigatórias de nossas universidades, por quê não estão presentes nos livros didáticos ou mesmo nas antologias organizadas por nossos críticos literários?
Durante sua passagem pelo eixo cultual Rio - São Paulo, Dicke recebeu elogios de nada menos que Hilda Hislt e Guimarães Rosa, mas infelizmente, ao que nos parece, isso não foi o suficiente para agradar a academia brasileira que, pelo visto, é muito exigente.
Parafraseando Glauber Rocha: é um grande escritor que ninguém vê, ninguém conhece. É tempo de reparar essa injustiça, é tempo de conhecermos seus textos, de degustarmos suas palavras, de sermos antropofágicos à moda dos célebres Andrades da Semana de 22.
Talvez o que nos falte é conhecer essa outra literatura, a não-canonizada, mas premiada, encenada, aplaudida e publicada, para que possamos saber que existem muitas coisas boas ocorrendo por aqui e debaixo de nossos olhos. Os livros de Ricardo Guilherme Dicke são um ótimo começo!

* Luciana Rueda Soares é mestranda em Estudos Literários (CPTL/UFMS), professora de língua portuguesa e colabora com o DC Ilustrado. (email-ruedasoares@bol.com.br)

(http://www.diariodecuiaba.com.br/Edição nº 12734 13/06/2010< acesso em 23/06/2010)

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Em breve Escola Estadual Bom Jesus terá o Clube do Livro.... Informe-se

Queridos alunos amantes da leitura e curiosos em geral: em breve nossa escola terá o seu primeiro clube de leitura do Ensino Médio!!!

Veja as imagens do Filme A Outra

Vocês sabem o que o terceiro ano da Escola Bom Jesus está assistindo???

Nesta semana, os alunos da escola estadual Bom Jesus estão asisitindo ao Filme : A Outra.
Mostra como duas irmãs, completamente diferentes, levaram um rei a loucura e insanidade e fizeram ele experimentar sentimentos do amor ao ódio.

CRÍTICA: A cobiça pela luxuria, glamour e poder leva um pai de família a destruir todos os seus conceitos e seus filhos. As intrigas da realeza como pano de fundo no filme A Outra, traz uma parte da história da Inglaterra que muitos poucos conhecem.

Natalie Portman traz a tona vida da rainha Ana Bolena, mulher de Henrique VIII, que destruiu o seu reino, rompeu com a igreja católica e foi o primeiro rei da historia a ter um divorcio decretado. Tudo para se banhar nos luxos que a família Bolena, docemente o ofereceu controlando assim suas vontades e poder.

O filme é baseado no romance de Philipa Gregory, de nome “A Irmã de Ana Bolena”, a autora passou dois anos no interior da Inglaterra estudando e pesquisando sobre os incidentes que ocorreram durante o reinado de Henrique VIII e reparou que havia muitas notas de rodapé com o nome de Maria Bolena a suposta amante do rei antes de sua irmã Ana conquistá-lo e casar com ele.

Maria Bolena (Scarlett Johansson) é a irmã mais nova de Ana Bolena, prometida desde os cinco anos para se casar com o filho de um mercado, dias após o seu casamento, fica sabendo pelo tio, que trabalha na alta corte do rei, que rainha havia perdido mais um filho homem, sendo assim o rei não teria nenhum filho para substituí-lo no trono, dessa forma o tio aproveita a situação e faz com que o rei fique hospedado na casa da família Bolena, o pai interessado nos luxos e fortunas que conseguiria se uma das filhas fosse à preferida do rei e lhe gerasse um herdeiro legitimo, trama junto com o tio um plano que vai muito longe e foge do controle nas mãos de Ana e Maria Bolena. Fatos históricos estão presentes em todos os momentos no filme, apesar de ser um filme longo, ele prende a sua atenção de tal forma, que em diversos momentos você se contorce na poltrona de tanta ansiedade ao ver como as coisas na corte aconteciam e até que ponto uma pessoa perde todos os seus valores em busca de dinheiro e luxos. Trazendo Ana Bolena, Natalie Portman se supera mais uma vez, dando a luz a Elizabeth, a enérgica rainha ruiva da Inglaterra que mudou todos os conceitos que a realeza tinha até então. Natalie traz nesse papel a delicadeza que ela conseguiu fazendo personagens como Padmen Amídala em Star Wars e a força e ambição que ela conseguiu em filmes como V de Vingança, na verdade ela lembra muito um jogador de Xadrez, arquiteta todo o plano da sua vida e usa todos a sua volta como peões até conseguir o que mais almejava o trono da Inglaterra, porém em contraparte, ela não tem o amor de Henrique VIII nem do povo de seu reino, que a vê como uma bruxa que enfeitiçou o rei, isso a machuca, pois fica claro que ele á despreza. Porém, vale o valho ditado, “Tudo tem seu preço”. Aos meus olhos, é até agora o melhor filme do ano, com um figurino espetacular, realmente muito bom, um roteiro excelente e todos os atores estão impecáveis em seus papeis, se quiser se aprofundar mais na vida da família Bolena, a autora traz a continua no livro “A Herança de Ana Bolena”, que mostra o que acontece quando Henrique VIII está em seu leito de morte e como a família Bolena, ainda influência e manipula a corte nessa época. ( http://www.cranik.com/filme_aoutra.html < acesso em 21/06/2010)