sábado, 16 de outubro de 2010

No dia dos professores, os professores DANÇARAM!!!!!!!! Literalmente rsrsrsrsrsrsrsr

Você sabe o que significa LITERALMENTE??????? Não???  então leia a definição abaixo:
literal
                                                     1. Da letra.
 2. Conforme à letra ou ao texto.
 3. Sujeito ao rigor das palavras.
 4. Terminante, claro.






Então,  dançar literalmente, é dançar mesmo, rebolar o bandeiro, é divertir-se à beça!!!!! E foi isto que nós professores fizemos no dia 15/10.  Nosso dia!!!!! Nosso Sindicato promoveu um Baile a      FANTASIA!!!!! BOM D+!!!!!!! URRUUUUUUUUUU!!!!!!!!!!!!!!!!!







Você sabe como surgiu o Dia do Professor?

O Dia do Professor é comemorado no dia 15 de outubro. Mas poucos sabem como e quando surgiu este costume no Brasil. No dia 15 de outubro de 1827 (dia consagrado à educadora Santa Tereza D’Ávila), D. Pedro I baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil. Pelo decreto, “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”. Esse decreto falava de bastante coisa: descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os professores deveriam ser contratados. A idéia, inovadora e revolucionária, teria sido ótima - caso tivesse sido cumprida. Mas foi somente em 1947, 120 anos após o referido decreto, que ocorreu a primeira comemoração de um dia dedicado ao Professor. Começou em São Paulo, em uma pequena escola no número 1520 da Rua Augusta, onde existia o Ginásio Caetano de Campos, conhecido como “Caetaninho”. O longo período letivo do segundo semestre ia de 01 de junho a 15 de dezembro, com apenas 10 dias de férias em todo este período. Quatro professores tiveram a idéia de organizar um dia de parada para se evitar a estafa – e também de congraçamento e análise de rumos para o restante do ano. O professor Salomão Becker sugeriu que o encontro se desse no dia de 15 de outubro, data em que, na sua cidade natal, professores e alunos traziam doces de casa para uma pequena confraternização. Com os professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira e Claudino Busko, a idéia estava lançada, para depois crescer e implantar-se por todo o Brasil. A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963. O Decreto definia a essência e razão do feriado: "Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias".



 

 

 

 

 

 

 

 

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Filme: Elizabeth : A era de ouro

Iniciamos hoje - na 2ª série do Ensino Médio do BJ - o trabalho utilizando o filme Elizabeth: a era de ouro. Este faz uma abordagem histórica sobre uma das maiores personagens da história universal. É lógico que o filme é apenas um motivador para um seminário que ocorrerá no mês de novembro/2010, mas não deixa de ser uma bela  forma de expressão artística. Para os que  querem ter informações mais completas, para que o entendimento seja mais profundo vai ai a sugestão da sequência de filme que se complementam e interagem:( os filme estão na sequencia histórica)





SINOPSES:

 1 - A Outra
Ana (Natalie Portman) e Maria (Scarlett Johansson) são irmãs que foram convencidas por seu pai e tio ambiciosos a aumentar o status da família tentando conquistar o coração de Henrique Tudor (Eric Bana), o rei da Inglaterra. Elas são levadas à corte e logo Maria conquista o rei, dando-lhe um filho ilegítimo. Porém isto não faz com que Ana desista de seu intento, buscando de todas as formas passar para trás tanto sua irmã quanto a rainha Catarina de Aragão (Ana Torrent).
( http://www.adorocinema.com/filmes/outra-2008/ acesso em 08 de out. de 2010>)

 
 2 - Elizabeth:
Inglaterra, 1554. O país está dividido entre católicos e protestantes. Mary Tudor (Kathy Burke) está no poder e uma católica fervorosa, mas tem um tumor que a deixa com os dias contados. Sua meia-irmã, Elizabeth (Cate Blanchett), uma protestante convicta e a primeira na linha de sucessão. Elizabeth levada até a rainha, que tenta fazê-la prometer que o país seguirá o catolicismo. Mas, apesar de poder morrer, Elizabeth diz que será fiel sua consciência. Já no leito de morte de Mary Tudor, o Duque de Norfolk (Christopher Eccleston) tenta fazer em vão com que a rainha assine a pena de morte de Elizabeth que, com a morte de Mary, coroada rainha. Entretanto, Elizabeth herda um país falido, sem exército e com inimigos por todos os lados, até mesmo na sua própria corte, forçando-a a calcular cada passo para permanecer no poder. Inicialmente ela comete erros graves, mas gradativamente vai se firmando e, sempre aconselhada por Sir Francis Walsingham (Geoffrey Rush), ela planeja matar todos os seus inimigos para consolidar seu poderio.
( http://www.adorocinema.com/filmes/elizabeth/ < acesso em 08 de out. de 2010>)


3 - Elizabeth: a era de ouroInglaterra, 1585. Elizabeth I (Cate Blanchett) está quase há três décadas no comando da Inglaterra, mas ainda precisa lidar com a possibilidade de traição em sua própria família. Simultaneamente a Europa passa por uma fase de catolicismo fundamentalista, que tem como testa-de-ferro o rei Felipe II (Jordi Mollá), da Espanha. Apoiado pelo Vaticano e armado com a Inquisição, Felipe II planeja destronar a "herege" Elizabeth I, que é protestante, e restaurar o catolicismo na Inglaterra. Preparando-se para entrar em guerra, Elizabeth busca equilibrar as tarefas da realeza com uma inesperada vulneabilidade, causada por seu amor proibido com o aventureiro Sir Walter Raleigh (Clive Owen). ( http://www.adorocinema.com/filmes/elizabeth-era-de-ouro/ <  acesso em 08 de out. de 2010>)



LEIAM UMA CRÍTICA SOBRE O FILME QUE ASSISTIRAM


CRÍTICA - ELIZABETH - A ERA DE OURO - Existem filmes que não põem ser explicados e/ou descritos, merecem e tem que ser visto. Elizabeth – A Era do Ouro (2007) entra nesta categoria. Confesso que não esperava muito do filme, já que minha memória me trai e não me lembro do primeiro filme sobre a rainha, feito em 1998, intitulado apenas Elizabeth.Dirigido por Shekar Khapur, a nova versão ressalta as questões pessoais de uma rainha virgem em volta com suas obrigações e desejos. Está lá toda a questão histórica pertinente a época que a rainha governou a Inglaterra, seus inimigos e as armadilhas realizadas para derrubar sua ideologia protestante, frente a uma Espanha católica com sede de domínio.O filme é grandioso, elegante, delicado e sutil. A começar pelas cores vivas que há no figurino (Oscar de Melhor Figurino de 2008), contrastando com a frieza dos palácios e a opacidade das roupas dos homens. A roupa de Elizabeth acaba se tornando um contraponto para seus sentimentos e desejos. As tomadas do alto do castelo tornam viva e intensa a figura da rainha diante de tanta impessoalidade.A rainha que nunca ri, aprende a relaxar os músculos da face quando se depara com um aventureiro, atraente, audacioso e sagaz. Elizabeth indiretamente acaba projetando nele as possibilidades de uma relação que até então não cogitava com ninguém. Porém ela é a rainha e não pode se dar ao luxo de ser livre e tomar as escolhas que bem entender. A cena do banho onde elogia o fato de sua empregada ser livre mostra o quanto seu desejo de liberdade é intenso.Tão intenso que não aceita ser comandada e nem reprimida por um Deus e seus possíveis súditos. No seu mundo não há a palavra perdão. Mas ela teria perdoado a traição de Mary Stuart se as convenções não existissem. A cena que Mary Stuart é decapitada é de uma beleza impar. Raro de se ver no cinema. Uma cena onde devoção, morte e religião estão aliadas com a beleza. O figurino também dialoga com a cena, pois quando Mary Stuart retira seu manto para ser morta, sua roupa é de um vermelho pulsante.
Elizabeth é retratada como uma semi-deus para que a fé em suas convicções seja evidenciada e na luta interna que travou para vencer os que a rodeavam. Em meio a tanta ambição, machismo e traições. Foi traída pelos seus sentimentos, mas soube contornar a situação. Quando pega o bebê do ser amado em seu colo, seu semblante é agraciado com uma cor, que a torna mais humana, frágil.Como disse no primeiro parágrafo Elizabeth é uma experiência única. Teatral, intenso, introspectivo e sublime. A rainha que nunca é beijada, que tem seus parcos cabelos cobertos com perucas extravagantes, que é complacente com seu próximo e divertida quando é permitido, ficará na sua memória. Deveria ter revisto o primeiro “Elizabeth” (1998) para poder escrever melhor minhas argumentações a cerca deste novo filme. Mas embora ambos sejam semelhantes em seus conflitos, dirigido pelo mesmo diretor e protagonizado pela mesma atriz, a nova versão consegue a façanha de ser simbólica e subjetiva e tornar a rainha uma mulher inesquecível. Lembraria de tanta sutileza e feminilidade? Provavelmente sim. Um filme como esse a gente não esquece. Imperdível.(  crítica  disponível em: http://www.cranik.com/filme_elizabeth_a_era_de_ouro.html < acesso em 08 de set. de 2010>)





terça-feira, 24 de agosto de 2010

CHEGAMOS AO FIM DE UMA ETAPA... E AO COMEÇO DE UM OBJETIVO!!!!!! São as palavras da 3ª série A ( Ensino Médio/ Bom Jesus)

É... ao lermos estas palavras já dá aquele friozinho no estomago, porque a saudade dessas carinhas já começa a pintar. Observá-los escolher as palavras e os desenhos que compõem as camisetas faz com que façamos uma reflexão sobre a trajetória de cada um desses alunos que, em sua maioria,  estão conosco há pelo menos 04 anos. E a palavra que  fica é SAUDADE... de uma turma tão alegre e carinhosa...

Os responsáveis pela organização e confecção das camisetas são os alunos Diogo e Anderson ( este último não estuda mais em nossa cidade... saudades). PARABÉNS pela iniciativa e pela união do grupo.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Filme que mexeu com os corações do 2ª série do Ensino Médio/BJ

Este filme estreou em: 19 de Março de 2010




O filme conta a história de Michael Oher (Quinton Aaron), um jovem negro vindo de um lar destruído, que é ajudado por uma família branca, liderada por Leigh Anne (Sandra Bullock) que acredita em seu potencial. Com a ajuda do treinador de futebol, de sua escola e de sua nova família, Oher terá de superar diversos desafios a sua frente, o que também mudará a vida de todos a sua volta.

PALAVRA DE PROFESSORA

Olá,
As aulas recomeçaram e nossas atividades no blog também.
Desejo a vocês, alunos da Escola Estadual Bom Jesus, que enfrentam tantos problemas como: discriminação por estudar em uma escola nessa localidade, falta de dinheiro, desavenças familiares e tantas outras coisas que tento imaginar para melhor compreendê-los.... tenham um excelente início de semestre,  estudem pra valer, porque somente dessa forma é que poderemos ampliar os nossos horizontes e mudar os rumos de nossas vidas. EDUCAÇÃO... este é o único caminho!!!!
Tenham um  ótimo semestre!!!! Um grande beijo!!!!
Professora Luciana Rueda Soares

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Alunos da 2ª série do Ensino Médio mostram como se escreve....

Os alunos Denner Sampaio e Márcia Aoki mostraram o porquê de serem considerados alunos excelentes. Leiam as redações que eles criaram a partir de pensamentos filosóficos apresentados em sala.

Tudo Nasce dos Sonhos

                                        ( Denner Sampaio)

“Julgar-se-ia bem mais corretamente um homem por aquilo que ele sonha do que por aquilo que ele pensa”, uma das mais belas frases do escritor francês, Victor Hugo, caracteriza a magnitude de um sonho, que se torna de suma importância para a vida das pessoas.
Quando há um sonho, logo existe um objetivo à cumprir, toda realidade é previamente arquitetada por um sonho, assim como o casamento, a formação profissional e a maternidade, desejar é construir o alicerce da vida.
Ao sonhar, obstroem-se limites. O homem se diferencia de outros seres, devido a sua capacidade de imaginar, de criar a partir de sua óptica um novo mundo, dotado de anseios e contentamentos.
É essencial na vida humana o prazer de idealizar, o sonho e a vida é um exemplo de mutualismo, no qual estes são recíprocos, logo as pessoas são o que sonham; indiferente de qualquer aspecto seja cor, raça ou opinião política.
O sonho pode trazer à vida um conceito de harmonia, este é necessário para que o abstrato se torne concreto, como um rascunho que passamos à limpo, porque na vida, tudo nasce dos sonhos.


Errar para sempre acertar
                                                ( Márcia Aoki)


São os tropeços da vida, que é o que mais nos ajuda a caminhar, eles nos fazem ver a verdade, o que é certo ou errado, e também é muito bom, para que possamos crescer interiormente ou exteriormente.
Para muitas pessoas um erro é tolice, estas vêem o erro, como um ato insignificante, e que tem que serem esquecidos, porque talvez podem até ser vergonhoso, são essas, as típicas pessoas ignorantes.
Já outras pessoas com opiniões diferentes, aceitam o erro, e procuram crescer e aprender mais, elas vêem o erro, não como algo insignificante, mas sim como algo construtivo, que nos ajuda a procurar não mais errar, e sim tentar acertar.
Erros são sinais, de que pelo menos tentamos, aceitar os erros é mostrar que sabemos levar sim e não, isso sim não é tolice, porque no jogo da vida não é só ganhar, pelo contrário, é também perder, e saber aceitar que perdemos.
Afinal, somos seres humanos, e não somos perfeitos, errar faz parte da vida, e temos que usar ele com inteligência para crescer, tem até um ditado que explica bem isso, “ errar é humano, persistir no erro é burrice”, ele nos diz bem claro, que um erro é normal, mas que temos que sempre tentar procurar aceitar.




É isso ai moçada, mostrem do que são capazes!!!!!! Parabéns!!!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Confiram os nomes e as notas das melhores redações do Simuladão/2º bimestre


Veja quem são os alunos do Ensino Médio  que se deram bem com as redações que escreveram neste simulado do 2º Bimestre:

                     1ª A
1 - Alessandra Ribeiro da Silva ( 9,5)
2 - Amanda Klíssia F. de Oliveira ( 9,0)
3 - Beatriz Silva dos Santos ( 9,5)
4 - Benjamin de Lima Tomaz ( 9,5)
5 - Eliana Zerbini ( 9,0)
6 - João Felipe Ávila ( 9,5)
7 - Nadine Barros da Silva ( 9,0)
8 - Matheus Freitas Amorin ( 9,0)
9 - Tatielle Gomes ( 9,0)

                      1ª B
1 - Alan Lucas Freitas Gomes ( 9,5)
2 - Fernanda Alves Moraes (9,5)
3 - Débora Carla Barbosa ( 9,5)
4 - Mayne Paula Rufino ( 9,0)


                      2ª A
1 - Viviane Isolina V. de Almeida ( 9,5)
2 - Andryel Tosta Luiz ( 9,0)

                                  3ª A 
                             
1 - Tamires Lopes da Silva ( 9,0)


PARABÉNS!!!!!!! ESTA  MEDALHA É PRA VOCÊS!!!!!!!!!




PARABÉNS aos alunos que se destacaram nas redações do simuladão do 2º bimestre

Observação: o critério de notas a serem publicadas, bem como a lista nominal foi com a variação de 9,0 a 10,0.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Alunos da Escola Estadual Bom Jesus conhecendo e interagindo no blog...

Hoje, os alunos da 1ª série A e B e a 3ª série do Ensino Médio tiveram contato com este blog. E... os resultados foram muito bons. Mas ainda podemos melhorar, porque de aproximadamente 105 alunos, somente 40 são seguidores do blog até agora e é claro que queremos 100% de adesão. Portanto, convidem seus amigos e divulguem o nosso blog. CONTO COM VOCÊS!!!!!!

sábado, 3 de julho de 2010

Perdemos... mas mesmo assim VALEU BRASIL!!!!!!!!

É desta vez não deu, mas bola pra frente e não vamos desanimar, porque temos que nos preparar para 2014. Como dizem os meninos " É NÓIS NA FITA BRASIL!!!!!!"

quarta-feira, 30 de junho de 2010

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Viva a Seleção Brasileira!!!!!





Mais uma vez sos meninos da nossa seleção mostraram sua garra. O placar de 3 a 0 fez com que nossos corações vibrassem ao final do jogo...Mas, ainda não  acabou! Na próxima sexta, estaremos juntos torcendo novamente... É HEXA Brasil!!!!! 

Meninas e meninos do Ensino Médio do BJ...

Atenção!!!!! A 2ª fase do Simuladão ficou para o dia 01/07 ( quinta-feira). Não faltem e não percam a oportunidade de testar os seus conhecimentos e de entrar no clima do ENEM!!!!
 Beijos

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Olha o Simuladão da Escola Bom Jesus ai genteeeeee!!!!!

A terceira edição do Simuladão da Escola Bom Jesus ocorrerá na segunda e terça-feira ( 28 e 29/06) da próxima semana. Projeto da Escola desde 2008 tem objetivo de redimensionar a visão  dos nossos alunos sobre como é ser avaliado em provas de vestibulares e ENEM. Portanto, aproveite!!!!!!!!!!!!

Clube do Livro: estes são os livros que estaremsos lendo ....Você conhece algum deles????

Títulos por ordem cronológica:


1 – Deus de Caim ( 1968);

2 – Como o Silêncio ( 1968);

3 – Caieira ( 1978);

4 - Madona de Paramos ( 1982);

5 – Último horizonte ( 1988);

6 – A chave do Abismo ( 1989);

7 – Cerimônias do esquecimento ( 1995);

8 – Conjunctio Oppositorum do Sertão ( 1999);

9 – Rio Abaixo dos vaqueiros ( 2000);

10 – O salário dos poetas ( 2001);

11 – Toada do Esquecido e Sinfonia Eqüestre ( 2006).

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Vocês conhecem o escritor Ricardo Guilherme Dicke?????

Este é Ricardo Guilherme Dicke. Filho de João Henrique Dicke, de nacionalidade alemã que fugira da Segunda Guerra para o Paraguai, com Carolina Ferreira do Nascimento Dicke, Ricardo Dicke nasceu em uma vila chamada de Raizama, localizada na Chapada dos Guimarães, no Estado de Mato Grosso, em 16 de outubro de 1936. Pouco se conhece sobre a criancice e a adolescência do escritor, apenas que cresceu cercado pelo ronco dos aviões, caminhões e pelas idas e vindas que o processo migratório trouxe à região no início do século XX.

Muitas informações perderam-se no tempo ou simplesmente foram deixadas de lado por aqueles que só o conheceram anos depois, quando já estava inserido nos círculos de cultura mais privilegiados de São Paulo e do Rio de Janeiro. O resto perdeu-se nas memórias dos que conviveram com ele e no seio de sua família formada por homens do garimpo, homens que perseguiam o sonho da riqueza em Caxipó do Ouro.

Ricardo Guilherme Dicke surgiu no meio literário, em 1968, já no Rio de Janeiro, quando recebeu o Prêmio Walmap , embora tenha ficado em quarto lugar no concurso, com o livro Deus de Caim, publicado, em 1968, pela Editora Edinova. Na banca de jurados, estavam presentes nada menos do que João Guimarães Rosa, Jorge Amado e Antônio Olinto. Isso conferiu ao escritor mato-grossense a responsabilidade de produzir textos de grande valor literário.


Em breve receberão novas informações sobre ele... aguardem!!!!

Leiam o texto que publiquei no Jornal Diário de Cuiabá

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Dicke e a famigerada lista canônica brasileira



Luciana Rueda Soares*
Especial para o Diário de Cuiabá



Durante séculos reclamamos do ilhamento cultural que a colonização nos impôs, no entanto quando temos a oportunidade de entrar em contato com textos que nos obrigam a refletir sobre o bem e o mal presentes em todos nós, sobre as lutas que travamos diariamente, sobre as crenças e sonhos que deixamos para trás, simplesmente nos acovardamos e não ousamos ousar. Nesse momento, voltamo-nos correndo para o refúgio seguro e tranqüilo do famigerado cânone do universo literário brasileiro, que conhecemos antes mesmo de entrar na escola, por meio da mídia e da crítica. Assim, permitimos que a sensação de uma dominação cultural que é secular se apodere de nós, acostumados à exploração e à falta de prestígio intelectual.
Não fosse o fato de Ricardo Guilherme Dicke estar fora da lista canônica literária brasileira, poderíamos considerá-lo um dos maiores escritores de nossa literatura. No entanto, quanto mais abordamos o assunto, mais sabemos o quanto ele foi colocado à margem dos eleitos. Alguns dizem que se ele e seus livros são comentados, então não estão esquecidos, mas por quê não os encontramos na lista de leituras obrigatórias de nossas universidades, por quê não estão presentes nos livros didáticos ou mesmo nas antologias organizadas por nossos críticos literários?
Durante sua passagem pelo eixo cultual Rio - São Paulo, Dicke recebeu elogios de nada menos que Hilda Hislt e Guimarães Rosa, mas infelizmente, ao que nos parece, isso não foi o suficiente para agradar a academia brasileira que, pelo visto, é muito exigente.
Parafraseando Glauber Rocha: é um grande escritor que ninguém vê, ninguém conhece. É tempo de reparar essa injustiça, é tempo de conhecermos seus textos, de degustarmos suas palavras, de sermos antropofágicos à moda dos célebres Andrades da Semana de 22.
Talvez o que nos falte é conhecer essa outra literatura, a não-canonizada, mas premiada, encenada, aplaudida e publicada, para que possamos saber que existem muitas coisas boas ocorrendo por aqui e debaixo de nossos olhos. Os livros de Ricardo Guilherme Dicke são um ótimo começo!

* Luciana Rueda Soares é mestranda em Estudos Literários (CPTL/UFMS), professora de língua portuguesa e colabora com o DC Ilustrado. (email-ruedasoares@bol.com.br)

(http://www.diariodecuiaba.com.br/Edição nº 12734 13/06/2010< acesso em 23/06/2010)

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Em breve Escola Estadual Bom Jesus terá o Clube do Livro.... Informe-se

Queridos alunos amantes da leitura e curiosos em geral: em breve nossa escola terá o seu primeiro clube de leitura do Ensino Médio!!!

Veja as imagens do Filme A Outra

Vocês sabem o que o terceiro ano da Escola Bom Jesus está assistindo???

Nesta semana, os alunos da escola estadual Bom Jesus estão asisitindo ao Filme : A Outra.
Mostra como duas irmãs, completamente diferentes, levaram um rei a loucura e insanidade e fizeram ele experimentar sentimentos do amor ao ódio.

CRÍTICA: A cobiça pela luxuria, glamour e poder leva um pai de família a destruir todos os seus conceitos e seus filhos. As intrigas da realeza como pano de fundo no filme A Outra, traz uma parte da história da Inglaterra que muitos poucos conhecem.

Natalie Portman traz a tona vida da rainha Ana Bolena, mulher de Henrique VIII, que destruiu o seu reino, rompeu com a igreja católica e foi o primeiro rei da historia a ter um divorcio decretado. Tudo para se banhar nos luxos que a família Bolena, docemente o ofereceu controlando assim suas vontades e poder.

O filme é baseado no romance de Philipa Gregory, de nome “A Irmã de Ana Bolena”, a autora passou dois anos no interior da Inglaterra estudando e pesquisando sobre os incidentes que ocorreram durante o reinado de Henrique VIII e reparou que havia muitas notas de rodapé com o nome de Maria Bolena a suposta amante do rei antes de sua irmã Ana conquistá-lo e casar com ele.

Maria Bolena (Scarlett Johansson) é a irmã mais nova de Ana Bolena, prometida desde os cinco anos para se casar com o filho de um mercado, dias após o seu casamento, fica sabendo pelo tio, que trabalha na alta corte do rei, que rainha havia perdido mais um filho homem, sendo assim o rei não teria nenhum filho para substituí-lo no trono, dessa forma o tio aproveita a situação e faz com que o rei fique hospedado na casa da família Bolena, o pai interessado nos luxos e fortunas que conseguiria se uma das filhas fosse à preferida do rei e lhe gerasse um herdeiro legitimo, trama junto com o tio um plano que vai muito longe e foge do controle nas mãos de Ana e Maria Bolena. Fatos históricos estão presentes em todos os momentos no filme, apesar de ser um filme longo, ele prende a sua atenção de tal forma, que em diversos momentos você se contorce na poltrona de tanta ansiedade ao ver como as coisas na corte aconteciam e até que ponto uma pessoa perde todos os seus valores em busca de dinheiro e luxos. Trazendo Ana Bolena, Natalie Portman se supera mais uma vez, dando a luz a Elizabeth, a enérgica rainha ruiva da Inglaterra que mudou todos os conceitos que a realeza tinha até então. Natalie traz nesse papel a delicadeza que ela conseguiu fazendo personagens como Padmen Amídala em Star Wars e a força e ambição que ela conseguiu em filmes como V de Vingança, na verdade ela lembra muito um jogador de Xadrez, arquiteta todo o plano da sua vida e usa todos a sua volta como peões até conseguir o que mais almejava o trono da Inglaterra, porém em contraparte, ela não tem o amor de Henrique VIII nem do povo de seu reino, que a vê como uma bruxa que enfeitiçou o rei, isso a machuca, pois fica claro que ele á despreza. Porém, vale o valho ditado, “Tudo tem seu preço”. Aos meus olhos, é até agora o melhor filme do ano, com um figurino espetacular, realmente muito bom, um roteiro excelente e todos os atores estão impecáveis em seus papeis, se quiser se aprofundar mais na vida da família Bolena, a autora traz a continua no livro “A Herança de Ana Bolena”, que mostra o que acontece quando Henrique VIII está em seu leito de morte e como a família Bolena, ainda influência e manipula a corte nessa época. ( http://www.cranik.com/filme_aoutra.html < acesso em 21/06/2010)




segunda-feira, 10 de maio de 2010

Bram Stocker: o precursor do terror

Esta é uma das capas da primeira estória de terror nos tempo modernos da atualidade. Sem Drácula de Bram Stocker a saga Crepúsculo não teria o brilho que tem, pois nosso querido conde Vlad já vem  aterrorizando e seduzindo há pelo menos um século. Abaixo temos nessa ordem: primeiro a capa do filme de 1992, em segundo uma foto de divulgação do casal  melancólico representado por Mina e Vlad e em terceiro e último lugar a capa do livro do século XIX.